Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Entrevista a Graca Calejo - CDS-PP

Entrevista á Rádio

Terra Quente

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publicado por mocasantohilario às 12:40
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
1700 pessoas...(lol) no jantar do CDS

Portas animado no arranque da campanha

 

No dia seguinte ao seu aniversário (dia zero da campanha eleitoral), Paulo Portas ouviu os parabéns pelos 47 anos, partiu o bolo e ficou empolgado com os cerca de 1700 presentes no pavilhão do Inatel, no passado sábado. O presidente do CDS/PP não tem dúvidas que o partido “vai crescer muito” nas próximas legislativas e no distrito “pode chegar à eleição de um deputado”, acredita o líder dos populares. À hora que começava o jantar tinha também início o debate entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite, na televisão. O líder popular aproveitou para comentar o frente a frente, acusando os dois opositores de terem “falado de muitas coisas, menos da agricultura”. Durante o discurso proferido por Paulo Portas, o sector agrícola foi o tema principal da sua ofensiva contra as politicas para o sector levadas a cabo pelo Governo de José Sócrates e Jaime Silva. “O rendimento das empresas agrícolas nos últimos quatro anos caiu 31%. É preciso ser muito incompetente para cometer tal proeza de ao cabo de quatro anos contribuir para queda de rendimentos de quase um terço”, criticou. Paulo Portas garante que é preciso defender os agricultores antes e depois do período eleitoral, “porque de agricultura falou CDS sozinho, durante quatro anos e meio”, salientou. As políticas sociais foram igualmente abordadas, e exemplificadas com os feitos do Governo de Cavaco Silva, principalmente com incidência no trabalho de Bagão Félix. Proferindo um ataque à esquerda Paulo Portas frisou que, “a esquerda não tem o monopólio do coração, nem o exclusivo da solidariedade”. Paulo Portas diz estar de acordo com o investimento da A4 para a região, mas não apoia os grandes investimentos que este Governo pretende efectuar no País, como o TGV, o novo aeroporto e a nova ponte sobre o Tejo, “pelo facto de não criarem postos de trabalho para esta região”, disse o líder do CDS/PP. A maioria absoluta “de um só partido” voltou a estar na ordem do dia do discurso de Portas, que considerou que a maioria obtida pelo PS só serviu para “o primeiro-ministro ser arrogante e abusar dela”. No final do jantar, e já ao som do hino do CDS-PP, da autoria da cantora Dina, Paulo Portas considerou que fez “um arranque da campanha com o pé direito” devido à mobilização, e apelou aos militantes que “vão dizer às pessoas que se pensam como o CDS votem no CDS”.

 

Eleger um deputado por Bragança

 

O cabeça de lista do CDS/PP pelo distrito de Bragança diz que é preciso acabar com a hegemonia de PSD e PS, no distrito, que acusa de serem “os responsáveis pela perda de serviços públicos importantes”. Nuno Sousa referiu que as soluções “assentam prioritariamente sobre o problema do desenvolvimento sustentado e integrado do distrito” e avançou com algumas propostas que considera fundamentais para esse desenvolvimento. No plano fiscal defende a redução do IRC, a concessão de créditos de apoio às pequenas e médias empresas, bem como a bonificação da electricidade e água para a criação de um tecido empresarial e comercial forte e gerador de riqueza interna, “que consiga dar emprego e fixar a população, principalmente os mais jovens”, disse. Nuno Sousa considera fundamental que os transmontanos tenham acesso aos serviços públicos, como a saúde e a educação, “sem qualquer tipo de condicionalismos económicos ou demográficos impostos pelo actual Governo”, afirmou. O cabeça de lista dos populares pelo distrito de Bragança diz estar disponível para “defender uma política que corrija as desigualdades do interior e não o seu agravamento”, acrescentou. Para além de Nuno Sousa, o CDS/PP tem como número dois na lista pelo círculo de Bragança, António Ruano e como número três Maria da Piedade Calheiros e Meneses

 

Graça Calejo quer derrotar Silvano

 

A noite de festa do CDS/PP serviu ainda para apresentar os candidatos aos órgãos autárquicos do concelho de Mirandela. Altura aproveitada pela candidata ao executivo, Graça Calejo Pires, para pedir aos presentes que mostrem cartão vermelho ao actual presidente de câmara. A candidata do CDS/PP considera que “a natureza agraciou o concelho de Mirandela”, mas por outro lado entende que “a paisagem humana nem sempre é a mais agradável”. No contacto com a população do concelho, diz ter ouvido “desabafos confrangedores” de um cenário muito negro, dando exemplo dos “caminhos e estradas em mau estado, transportes públicos que não existem nas aldeias, falta de infra-estruturas básicas em várias aldeias, igrejas e escolas degradadas e jovens sem qualquer ocupação nos tempos livres”. Graça Calejo diz que é tempo de encerrar o ciclo de 14 anos do mesmo presidente de câmara “que levou a um endividamento de cerca de 18 milhões de euros”. A candidata dos populares fez questão de enumerar algumas das obras prometidas pelo actual autarca, como o complexo desportivo, a habitação social, o agropólo, o centro escolar e o acesso Oeste ao IP4, para dizer que “foram prometidas em cartazes e manifestos eleitorais, mas nada disto foi concretizado”, disse. Para além disso, Graça Calejo diz que o executivo, liderado por José Silvano, perdeu o financiamento de 400 mil euros para o Museu da Oliveira e do Azeite por atrasos na construção e criticou o sucessivo adiamento do início do hospital privado. A candidata do CDS/PP diz ser tempo de dizer “basta” e mudar de rumo na estratégia a adoptar para o concelho, “dotando as freguesias com qualidade de vida, combater a desertificação, promover a solidariedade e uma política social justa”. Conseguir vitórias nas lutas travadas com a tutela, promover uma economia assente nos nossos recursos agrícolas e turísticos, atrair investimento e pagar a tempo e horas a empreiteiros e fornecedores, são outras prioridades da docente que pretende ser a próxima presidente de câmara de Mirandela. Graça Calejo conta na sua equipa com Nuno Sousa a número dois. Jorge Lopes, Sandra Grilo Pinto, Bruno Martins, Sónia Martins, e Jaime Paçó Sousa são os restantes elementos. Na Assembleia Municipal o número um é Luís de Sousa e o partido apresenta candidatos a 25 juntas de freguesia.

 

F.P. In Mensageiro



publicado por mocasantohilario às 22:08
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
O video da Caravana .... lol

 

O ou a Director (a) de Campanha do PSD ou não sabe o que anda a fazer, ou então anda distraido. Já vimos de tudo nas campanhas, mas um video de 3.25 de uma caravana. Enfim...parece ou não que o PSD está com medo que apenas mostrar poder na rua chegue para intimidar quem esta a pensar de sentido de voto?

 

 



publicado por mocasantohilario às 23:12
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009
Candidato do CDS andou "infiltrado" no PS... serà tactica?

Fontes ligadas ao PS contaram hoje, "sem saberem" ao Moca que o próximo candidato do CDS a Junta de Freguesia de Mirandela, foi o mesmo senhor que esteve nas reuniões preparatórias do PS para elaborar equipas e o programa da área cultural.

Aliás, esteve tão empenhado que numa das reuniões solicitou uma ficha de adesão do PS, fez a distribuicao do boletim, Viver Mirandela e acompanhado da sua esposa e filha esteve em diversos eventos do PS.

Curioso não?



publicado por mocasantohilario às 00:54
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Sábado, 18 de Julho de 2009
Video Candidatura - Graca Calejo - CDS-PP

Ora nao podiamos estar mais de acordo com algumas das questoes levantadas por este video...e como tal publicamos aqui o video.

Que comentarios vos merece este video e estas criticas.



publicado por mocasantohilario às 00:20
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Os Buracos da Rua da República dão Polémica

A Vereação do CDS/PP da Câmara Municipal de Mirandela, considera incompreensíveis os abatimentos que têm vindo a ocorrer na Rua da República, após os recentes trabalhos de pavimentação.

 

Numa nota à comunicação social, o CDS/PP, na voz da candidata à autarquia de Mirandela nas próximas eleições autárquicas, diz que “está em causa dinheiro público que foi investido, e que tem de ser devidamente aplicado e executado”, e pergunta até que ponto estas situações foram acauteladas.

 

“Ocorreu um segundo abatimento num curto espaço de tempo, na rua da República, depois dos trabalhos realizados que envolveram grandes quantias de dinheiro. O que importa saber é saber se as causas do primeiro abatimento foram devidamente analisadas de forma a evitar um segundo. Pelos vistos os problemas continuam a ocorrer, porque as coisas não foram convenientemente analisadas. Foram investidas quantias consideráveis, pelo que é inaceitável que os problemas continuem.”

 

Graça Calejo fala ainda em problemas que estão a ocorrer na zona pedonal da Rua da Republica, onde diverso entulho tem vindo a entupir a rede de águas pluviais.

 

“Foi uma intervenção recente mas que tem mostrado alguns problemas, nomeadamente bocados de cimento e de granito que estão alojados nas caixas das águas pluviais e saneamento, o que causa problemas. O que perguntamos é se tudo foi devidamente executado e fiscalizado”, diz.

 

Já o vice-presidente da Câmara Municipal de Mirandela diz que estas observações só podem ser feitas por quem anda distraído com aquilo que se passa na cidade.

 

“Quando há uma rotura numa conduta há estes problemas no pavimento. Quando foi feita a obra foi instalada uma nova conduta para melhorar a capacidade de abastecimento da zona sul da cidade. Infelizmente a ocorrência de roturas é uma coisa normal, especialmente quando ainda estão em fase de testes e instalação. Como é evidente a câmara avaliou a situação e vai tomar as medidas necessárias. São situações normais nas obras mas que causa confusão a quem é ignorante nessa matéria”, responde.

 

António Branco salienta que estas intervenções, que têm sido feitas para reparar eventuais anomalias, são todas da responsabilidade do empreiteiro, não acarretando qualquer encargo para a autarquia.

 

“É evidente que qualquer obra tem prazos de garantia. Há situações das obras que resultam de problemas de execução. E aí o empreiteiro tem de assumir essa responsabilidade.”

 

Os abatimentos que se têm verificado na Rua da República são causados pela rotura da conduta de abastecimento de água.

Uma situação incompreensível para o CDS/PP, mas que a autarquia considera normal numa obra desta envergadura.

Esta artéria da cidade de Mirandela sofreu obras de remodelação que duraram cerca de 18 meses, e um investimento que rondou os 900 mil euros.

 

in Brigantia



publicado por mocasantohilario às 11:08
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